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Rogério Silva, Teólogo
Rogério Silva
Comentário · há 3 meses
Parabéns pelo artigo Dr. Edgar Figueiredo Siebra!

Importante o amado ter ressaltado sobre a lei 13.467/17 em relação às grávidas e gestantes. Em um debate saudável em uma rede social me posicionei contra esta disposição vergonhosa da lei e a falta de respeito às mulheres enquanto tal...

Bom, mas quero aqui ressaltar algo.
É fato que existem diferenças entre os sexos, caso não existisse, nós, homens engravidaríamos. Não vou entrar aqui nas questões biológicas que implicam nas condições físicas, não apenas de condicionamento natural dos processos que o corpo da mulher passa, e muito menos nas questões de caráter físico corporal, propriamente dito, que por si só, já deve ser considerados para que haja sim uma diferenciação na lei para tal propósito e em favor das mulheres!

Justamente por estas diferenças, que desde que “DEUS” criou-os, tanto o homem quanto a mulher e cada qual com sua posição bem definida desde sua criação, e da ética e moral praticadas por “DEUS”, que ele deu sim oportunidades iguais para ambos; apesar das muitas diferenças, como já ressaltadas!

Bom, mas “DEUS” não seria injusto de não ter colocado aquele ou àquela que por mais força e vigor físico, por exemplo, sem ser responsável pela outra de menos força e vigor físico, como foi o caso do homem sobre a mulher, até no reino animal é assim! É bom ressaltarmos ainda, que nas guerras as mulheres também tinham suas posições bem definidas, mesmo sem participar das mesmas fisicamente ou diretamente, ou seja, no combate armado.

Aliás, desconsiderarmos estas diferenças é insano em demasia, considerando que negarmos, não muda a verdade dos fatos!

Se pararmos para pensar, que após a alimentação principal do dia, o almoço, ao qual sentimos uma fraqueza e sonolência enorme logo após a mesma; pois todo nosso organismo se manifesta e se concentra, em função da digestão do alimento, de forma a reunir boa parte de suas forças neste sentido, por isto mesmo que enquanto ocorre este processo nosso corpo todo padece de sono e cansaço físico, imaginem, portanto, a mulher com todas as transformações que ocorre em seu corpo!

Bom! Sem entrarmos muito em detalhas religiosos ou biológicos mais profundamente, “DEUS”, depois de o pecado ter entrado no mundo através da mulher, mas foi a Adão que foi chamado a atenção primeiramente e ele teve a maior responsabilidade, só depois “DEUS” assim o fez a mesma, a mulher e não ouve injustiça nesta atitude Divina, pois cada um sempre teve as responsabilidades bem definidas diante de “DEUS” e todos pagaram pelo mesmo pecado. Cada qual com sua responsabilidade sobre o mesmo.

Agora, o fato de haver sim esta diferença e característica bem definida, não significa dizer que “DEUS” é misógino ou outro mal que alguns atribuem a ele.

Vejam por exemplo, ele dando voz e vez as mulheres nestas passagens Bíblicas! E é bom salientarmos, que existem diversas outras passagens que nos deixa claro o tratamento dado por igual a ambos por “DEUS”, mas considerando suas diferenças...!

Em Números 27, falando-nos das leis acerca das heranças, "DEUS" não apenas ouviu as queixas de Maalá, Noa, Hogla, Milca e Tirza, filhas de Zelofeade, como lhes deu direito a herança, muito embora "DEUS" estabeleceu algumas condições para preservar a linhagem de seu povo...

Bom, para quem quiser saber mais sobre este “DEUS” maravilhoso, um “DEUS” que com seu próprio povo agiu com ética e moral, mesmo quanto teve que puni-los; creio que um “DEUS” que age desta forma, deve sim ser nosso “DEUS”, basta estudar sobre sua palavra, pois ela esta cheia de sabedoria...!

Rogério Silva
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